Contaram a faraó que um prisioneiro na prisão real era capaz de interpretar sonhos. Chamaram-no imediatamente. A prova que faraó tinha disso era um único testemunho de um empregado, já com uma condenação, que dizia ter confirmado pessoalmente a habilidade do prisioneiro. Diante de faraó, o prisioneiro fornece uma interpretação qualquer de um sonho qualquer que faraó lhe contara. Faraó acredita na interpretação qualquer e concede ao prisioneiro, imagine só, o cargo de primeiro-ministro. Se não estivesse na Bíblia, nenhum cristão poderia imaginar que um faraó pudesse ser assim tão crédulo. A aposta no prisioneiro obscuro deu certo, mas podia ter dado muuuuuuito errado.
Aproxima-se o mês de outubro, Testemunhas pelo mundo se lembram que haverá nos Estados Unidos uma reunião especial, na qual alguns anúncios serão feitos. Testemunhas novas sonham com um anúncio que mude suas vidas; o que ocorre de fato, na maioria das vezes, é uma reinterpretação qualquer de um versículo qualquer que a Testemunha sequer sabia de sua existência e explicação. Nos Estados Unidos, a reunião é puramente ritualística. A cúpula, que ao longo do ano aprovou releituras de versículos, não sente qualquer emoção além daquela causada por um gole de vinho despejado na goela todas as manhãs. A sub-cúpula se ocupa com os afazeres da reunião, arranjos de cadeiras, iluminação e cores adequadas para ficar bonito na TV. Todo mundo faz orações para tudo dar certo, mas sempre é preciso gritar com um ajudante que veio sabe-se lá de onde e não faz nada direito. Na data especial, Testemunhas selecionadas assistirão ao evento presencialmente. Membros do Corpo sorriem para fotos...
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