Contaram a faraó que um prisioneiro na prisão real era capaz de interpretar sonhos. Chamaram-no imediatamente. A prova que faraó tinha disso era um único testemunho de um empregado, já com uma condenação, que dizia ter confirmado pessoalmente a habilidade do prisioneiro. Diante de faraó, o prisioneiro fornece uma interpretação qualquer de um sonho qualquer que faraó lhe contara. Faraó acredita na interpretação qualquer e concede ao prisioneiro, imagine só, o cargo de primeiro-ministro. Se não estivesse na Bíblia, nenhum cristão poderia imaginar que um faraó pudesse ser assim tão crédulo. A aposta no prisioneiro obscuro deu certo, mas podia ter dado muuuuuuito errado.
Claro que Rodrigo Silva delimitou a sua explanação sobre livre arbítrio às correntes de pensamentos calvinista e arminiana. Mas por breves minutos deixa escorregar algumas preciosidades: Minuto 12:45 do vídeo : "Livre escolha isenta de condição não é a mesma coisa que livre escolha incondicional... "É porque eles pegaram aquela questão do dicionário lá, né, livre arbítrio é o direito de escolha isento de condições; só que esse isento de condições que o dicionário está dizendo é o seguinte: se você escolhe porque você é obrigado a escolher aquela cor vermelha e não a azul, você não está tendo um livre arbítrio." Foi o que escrevi na postagem Assalto à mão armada , com base em Deuteronômio 30:17,18. Visto que Deus nos apresenta a situação em que precisamos escolher entre a vida e a morte, a situação, portanto, não difere em nada de quem se ver diante de um agressor armado e precisa escolher entre morrer ou obedecer ao agressor. Quando uma entre duas escolhas possíveis é ...
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